18.1.12

E a ansiedade só aumenta






Foi impossível colocar a cabeça no travesseiro durante esta noite e não pensar na viagem até Alcântara. Parece que há “um turbilhão de sensações dentro de mim” (não que eu goste da música, mas usei para tentar descrever). É um frio na barriga, um medo do desconhecido, mas, ao mesmo tempo, é uma vontade de fazer a diferença, uma coisa que, realmente, não consigo explicar. E essa sensação não está acontecendo só agora, nos dias que antecedem a ida para lá, na verdade ela começou em novembro do ano passado, quando recebi este e-mail: “Parabéns, você foi um dos 8 alunos selecionados para fazer parte da equipe Rondon – Operação Pai Francisco, cidade de Alcântara – MA”.
Nossa, foi a melhor notícia que recebi no ano!!!. Foram mais de 60 inscritos e eu fui uma das oito pessoas selecionadas, que alegria! Tudo bem que, desde então, convivo com essa ansiedade, mas o que importa é que ela vai passar quando eu colocar os pés em Alcântara e começar a trabalhar, realizar todas as ações que desenvolvi junto com a equipe de rondonistas da Facinter, e fazer a diferença naquela cidade, mesmo que seja por alguns dias. Ai, sim o frio na barriga vai passar e no lugar dele virá o orgulho de fazer parte do Projeto Rondon.
Juliana Rodrigues - Rondonista  

2 comentários:

  1. Eu participei do projeto Rondon no ano de 1978 e foi uma das melhores experiências que tive,amei, aprendi muito e pode ter certeza vc vai amar ir para o Maranhão, eu tinha 17 anos qdo participei fui para o mato grosso, convivi no meio dos indios, foi ótimo, e o Maranhão eu conheço, vim de lá esses dias vc vai amar as pessoas nos tratam muito bem é um grande calor humano. Boa sorte.Good luck!!!

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