Murilo lê o discurso da equipe no palco, durante a cerimônia de encerramento
Sargento Queiroz, durante nossa homenagem ao seu trabalho
Nestas fotos é possível perceber o tom solene do encerramento. Talvez seja possível notar uma expressão de tristeza, ou imaginar uma voz trêmula, mas apenas um rondonista é capaz de imaginar a dor da despedida.
Com a voz trêmula, Murilo leu o seguinte discurso, enquanto Estéfane chorava, Gustavo sorria, eu fotografava...
"Aos amigos rondonistas, aos coordenadores e professores coordenadores, aos Excelentíssimos Senhores Militares: Capitão Vial, Coronel Leitão e Comandante Carvalho Costa, e por último e não menos importante, aos "Anjos da guarda". Quero deixar uma mensagem a todos vocês, em nome da equipe da Facinter de Curitiba e da Unifal de Alfenas. Hoje, nesta sala, o primeiro sentimento que bate, não só por mim, mas acredito que por todos nós aqui presente, é o de que a missão foi cumprida. Puxa, como foi duro, complicado, como demorou para passar, como essas duas semanas passaram rápido! Depois desse primeiro sentimento que, diga-se de passagem, é imediato, o que realmente vai ficar guardado para o resto de nossas vidas são: as fotografias, os documentos, os relatórios, os presentes. Coisas materiais. A saudade, o amor, a humildade, a compaixão, a alegria de vir e a tristeza de partir. Coisas humanas.
Doverlândia foi uma escola para todos nós, mas acima de tudo é um município que precisa de ajuda não só dos rondonistas que lá estiveram, mas de toda a ajuda possível para se viver com o que é mais importante, felicidade e dignidade.
Obrigado a todos."
E a Anna engolia o choro também ...
ResponderExcluirE o Cláudio na enfermaria pensando: %$#!#$%...
ResponderExcluir