Hoje acordamos às 5h30. Foi difícil levantar, mas logo estávamos com as mochilas nas costas e prontos para enfrentar o frio. Nos dividimos em duas equipes e fomos entregar os livros contendo os convites para a cerimônia de abertura do Projeto Rondon na cidade de Cerro Branco.
Enquanto entregávamos, o dia nascia num lindo cenário rodeado pelos morros verdes e, em algumas casas, moradores vinham ver o que nós estávamos lhes deixando. Após a entrega dos livros, voltamos a pé para o hotel, comentando sobre a aventura recém passada e sobre as ações dos próximos dias. Cerca de 5 Km percorridos antes de tomar nosso primeiro café da manhã em Cerro Branco.
Saciados, dividimos o grupo novamente. Um foi para o centro da cidade nos órgãos municipais discutir a programação e outro permaneceu no hotel organizando os materiais para o evento de abertura do Projeto Rondon na cidade.
Almoçamos e nos deslocamos para o ginásio de esportes da cidade. Logo começamos a encher balões e decorar o palco para o evento. Tudo estava nos conformes, bonito e simples como o povo desta cidade. Às 18h começou o evento que contou com autoridades municipais, a população local e nossa equipe de rondonistas. Discursos foram feitos, comunicamos a todos presentes e aos ouvintes da rádio que transmitia o evento nossos projetos que serão realizados ao longo destas duas semanas, apresentamos um vídeo muito legal sobre nossa preparação e chegada a cidade e, para finalizar, foram feitas duas apresentações culturais locais: um grupo de hip hop e outro de dança típica alemã. O grupo está cada vez mais entrosado e acreditamos que esta harmonia permitiu que o evento fosse um sucesso.
Finalizado o evento, desmontamos tudo e guardamos os balões no Centro de Múltiplo Uso para serem utilizados em outra atividade.
Voltamos de ônibus ao hotel e nos divertimos muito, pois fizemos várias dinâmicas durante o trajeto.
Jantamos, fizemos uma reunião de avaliação do dia onde cada um expôs seu ponto de vista sobre o dia de trabalho, fizemos uma sessão de papos aleatórios e, enfim, dormimos.
Por Luís Poletti.
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